MIGUEL CASTRO LEÑERO

Nasceu na cidade do México em 1956, E cresceu na rua Nueve em um bairro conhecido no sul de sua cidade natal, ao lado de seus irmãos também pintores Francisco, José e Alberto.

As lembranças desse tempo o levou a exibir uma série de desenhos com o nome do lugar onde viveram, em 1983 na Galeria de Oficinas. Um ano antes ele havia apresentado sua primeira exposição individual no Museo Carrillo Gil. [1]

 

Em 1975  se juntou a Escola Nacional La Esmeralda, a qual ele deixa dois anos depois para entrar na Oficina de Gravura do Centro de Pesquisa e Experimentação Plástica, onde permaneceu também por um curto período de tempo. E a partir de 1978  começou a apresentar exposições de seus trabalhos regularmente.

 

Castro Leñero obtém da sua imaginação muitos dos temas da sua pintura, onde a textura é o seu selo particular. Representa à sua maneira os elementos cotidianos: animais, nuvens, edifícios, casas, rios, mostrando suas origens e os representando em sua forma mais elementar. O estilo de sua pintura é refletido na apresentação de formas reconhecíveis, o uso da cor e o manuseio do material em suas texturas, que correspondem principalmente a uma abstração livre.[2]

 

Entre os principais prêmios que recebeu, estão a Aquisição da Exposição Nacional de Artes Plásticas; a da Seção Anual de Pintura da V Bienal Iberoamericana de Arte; a da 1ª Bienal de Pintura Rufino Tamayo, em Oaxaca, e a da Eco Art Internacional, no Rio de Janeiro, Brasil.[3]

1980- apresentou a exposição individual: Acrílicos na Casa da Cultura em Oaxaca.

1981- recebeu o Prêmio de Aquisição do Salão Nacional de Artes Plásticas, Seção Bienal de Gráficos.

1982- apresentou a exposição individual The Breath of the Night no Carrillo Gil Museum. Nesse mesmo ano, recebeu o prêmio pela aquisição da Primeira Bienal de Pinturas Rufino Tamayo, em Oaxaca, e o primeiro prêmio de aquisição no II Encuentro de Arte Joven, em Aguascalientes.

1986 - O Museu de Arte Moderna organiza a exposição individual Paisagem dividida.

1992 - participou da exposição Mexico Today na Casa de América em Madri, ano em que recebeu o prêmio de aquisição na Eco Art International no Rio de Janeiro, Brasil.

2018- Exposição: 'A Coleção Eco Art: gravuras contemporâneas', Galeria Municipal de Bauru, São Paulo[4] [5]

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

SÁNCHEZ. Castro Leñero, Miguel (1956-VVVV). 2016. Disponível em:<http://www.mcnbiografias.com/app-bio/do/show?key=castro-lennero-miguel> acesso em: 15/05/18

BLAISTEN, Colección: Miguel Castro Leñero, n. 1956. Disponível em <http://museoblaisten.com/Artista/101/Miguel-Castro-Lenero> acesso em: 15/05/18

[1] BLAISTEN, Colección: Miguel Castro Leñero, n. 1956. Disponível em <http://museoblaisten.com/Artista/101/Miguel-Castro-Lenero> acesso em: 15/05/18

 

[2] SÁNCHEZ. Castro Leñero, Miguel (1956-VVVV). 2016. Disponível em:<http://www.mcnbiografias.com/app-bio/do/show?key=castro-lennero-miguel> acesso em: 15/05/18

[3] BLAISTEN, Colección: Miguel Castro Leñero, n. 1956. Disponível em <http://museoblaisten.com/Artista/101/Miguel-Castro-Lenero> acesso em: 15/05/18

 

[4] UNESP, Agência de Notícias. Exposição: 'A Coleção Eco Art: Gravuras Contemporâneas'. 2018. Disponível em: http://unan.unesp.br/destaques/33237/exposicao-a-colecao-eco-art-gravuras-contemporaneas-&pagina=1 acesso em: 24/05/2018.

 

[5] http://www.galeriaespacoculturalduque.com.br/miguel-castro-lenero/